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PUC-PR e SAÚDE, do Grupo Abril, desenvolvem o 1º Ranking das Capitais Brasileiras Amigas da Atividade Física

14h21 19/10/2018

Pesquisadores da PUC-PR, com apoio de SAÚDE, desenvolveram o 1º Ranking das Capitais Brasileiras Amigas da Atividade Física. A iniciativa tem como objetivo mapear as informações nas cidades e apontar indicadores que favorecem a prática de atividade física pelos cidadãos. Foram analisados pontos que podem influenciar na relação das pessoas com os exercícios, como o acesso a espaços de lazer e a transporte, os índices de criminalidade, entre outros, apontando também fatores consolidados pela ciência que afastam o sedentarismo das zonas urbanas.

De acordo com os princípios do estudo, a atividade física deve ser um direito e uma opção possível para todos os moradores da cidade e, a partir dele, gestores públicos e cidadãos podem ter conhecimento das características que precisam ser melhoradas para que todos tenham a oportunidade de adotar essas práticas em seu dia a dia. “Trata-se de um projeto diferente de tudo o que há. Esse levantamento pode servir para cobrar gestores e alertar cidadãos”, afirma Theo Ruprecht, editor da revista SAÚDE.

Os resultados do ranking indicaram que a capital mais amiga da atividade física foi a cidade de São Paulo – SP, que apareceu entre os três primeiros lugares nos índices de “acesso a transporte público”, “desenho urbano” e “mortes no trânsito e criminalidade”. Em 2º e 3º lugar, ficaram as cidades de Belo Horizonte – MG e Vitória – ES, respectivamente. Em contrapartida, a cidade que apresentou o pior índice no ranking foi Porto Velho – RO, que apareceu em 2º lugar como umas das piores cidades no fator “mortes no trânsito e criminalidade”.

No entanto, mesmo as cidades que lideram o ranking não podem se descuidar, já que todos os fatores analisados para o estudo estão interligados – ou seja, falhar em um certamente vai afetar no outro. “O Ranking mostra que os cidadãos precisam ter mais oportunidades para fazer atividade física na cidade se desejamos combater os índices de sedentarismo no Brasil”, finaliza Theo.